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O Unibanco, por meio de seus negócios, busca balancear o retorno financeiro das suas operações com o compromisso com o bem-estar das comunidades próximas e a preservação do meio ambiente.

Princípios do Equador

A partir de junho o Unibanco passou a adotar os Princípios do Equador, conjunto de medidas socioambientais utilizadas na avaliação e na concessão de crédito a projetos de infra-estrutura. Atualmente, 28 bancos em todo o mundo adotam essa política, liderada em 2002 pela International Finance Corporation (IFC), subsidiária do Banco Mundial que financia projetos do setor privado. O Unibanco foi a primeira instituição financeira brasileira - e de países em desenvolvimento - a fazer parte desse grupo.

Para que o financiamento seja aprovado, o projeto deve receber uma classificação de acordo com seu nível de risco socioambiental: A (alto risco), B (médio risco) ou C (baixo risco). Os projetos classificados como A deverão ser acompanhados de um plano de ação para mitigar seus riscos. Desde 2002 o Unibanco aplica esses critérios para a liberação de financiamentos que utilizam a linha de crédito do IFC. Agora essa política foi ampliada, tornando-se válida para todos os projetos de infra-estrutura de valor superior a US$ 50 milhões, independentemente da linha de financiamento que utilizem.

A adesão do Unibanco aos princípios do Equador foi decisiva para a obtenção do prêmio Emerging Markets Social Responsibility Bank of the Year 2004, concedido pela revista The Banker e pelo grupo Financial Times, que reconheceram todas as ações de caráter socioambiental tomadas pelo Conglomerado.

Microcrédito (parceria com a International Finance Corporation, IFC)

O microcrédito é uma ação econômica de forte impacto social na geração de empregos, na distribuição de renda e, conseqüentemente, no aumento do consumo. Direcionado a micro e pequenos empreendedores, formais ou informais, o crédito se destina a capital de giro e investimentos. O Unibanco atua nessa área por meio da Microinvest S.A., uma sociedade de crédito ao microempreendedor (SCM), controlada pelo Banco Fininvest (82%) e com participação de 18% do IFC, braço financeiro do Banco Mundial. A Microinvest surgiu em 2001, da RioCred, uma ONG que já contava com o apoio do Unibanco. Desde o início da operação, em outubro de 2003, a Microinvest desenvolveu mais de 1.800 operações, num volume total financiado de R$ 3,7 milhões.

Arrecadações e pagamentos

Em 2004 o Unibanco arrecadou, por meio da rede de agências e de PABs, R$ 27,3 bilhões entre tributos, contas de concessionárias públicas e outros recebimentos do gênero, o que representa o processamento de cerca de 58,5 milhões de documentos.

O pagamento de benefícios do INSS no ano foi de aproximadamente R$ 8,6 bilhões, abrangendo cerca de 15,5 milhões de transações. Desses pagamentos, 68% foram realizados via cartão magnético e 32% via conta-corrente (em quantidade).

Cartão de crédito

A Unicard possui em seu portfolio alguns produtos que redirecionam parte de suas anuidades, e em certos casos uma parcela dos gastos com cartão, a ONGs e entidades assistenciais cuja prestação de serviços à comunidade é reconhecida. Os produtos são os cartões Greenpeace, Fundação Ruben Berta, Aqualung, Abrinq e Pelé. Esse portfolio totaliza mais de 18.000 cartões. Em 2004 o volume de recursos direcionados a ONGs e entidades foi de aproximadamente R$ 154 mil.

Gestão de patrimônios - Fundo de Investimento Social

O Fundo de Investimento Social, lançado pioneiramente em 2002 pelo Private Bank do Unibanco, destina parte de sua receita a organizações e projetos beneficentes, rendendo dividendos para seus investidores e contribuição educacional e profissional para crianças e jovens carentes do Brasil. O fundo conta com a colaboração de um comitê de até 15 membros - representantes da sociedade civil e clientes do Unibanco, que possuem forte presença e experiência na área social - para definir os critérios de alocação dos recursos e indicar projetos sociais e entidades sem fins lucrativos. As decisões desse comitê são analisadas pelo Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (Idis), responsável pela avaliação, viabilidade técnica e acompanhamento dos projetos. O Fundo de Investimento Social já doou cerca de R$ 400 mil e beneficia hoje as seguintes entidades:

o Associação de Promoção Humana Divina Providência (APHDP) - www.cidadedosmeninos.org.br
o Centro Israelita de Assistência ao Menor (Ciam) - www.ciam.org.br
o Obras Sociais Universitárias e Culturais (Osuc) - http://integracao.fgvsp.br/projetos15.htm
o Cruzada do Menor - www.cruzadadomenor.org.br


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