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O ano de 2005 ficará na história do sistema financeiro como um
período de resultados históricos e mudanças de posturas
e posicionamentos. O Unibanco carregou a bandeira da mudança de atitude
e foi pioneiro, novamente, quebrando paradigmas e lançando um posicionamento
desafiador, proclamando que nem parece banco. Por outro lado, a
reestruturação organizacional de julho de 2004 foi a base para
a obtenção dos ótimos resultados do exercício de
2005 e continua sustentando as perspectivas positivas para 2006. Com as mudanças
organizacionais, o conglomerado oxigenou e simplificou estruturas, tornando
a tomada de decisões ainda mais ágil e buscando sinergias que
permitiram significativa redução de custos, melhoria de processos
e comunicação mais eficaz.
O organograma desenhado na ocasião pôs fim à estrutura
de pilares. As áreas de suporte foram apartadas das áreas de negócios
e passaram a responder diretamente à Presidência Executiva. O novo
modelo organizacional, a simplificação das estruturas de apoio,
a visão mais abrangente de áreas como tecnologia, logística
e processos e o diálogo mais intenso entre as áreas de negócio
foram peças-chave para permitir que o banco chegasse aos clientes rapidamente
e multiplicasse a oferta de mais produtos. Resultado: um aumento expressivo
de receitas e um maior entendimento, por parte de todos, da estratégia
e dos objetivos do conglomerado.
A reestruturação incluiu também a consolidação
de duas áreas importantes para um bem-sucedido processo de mudança
cultural, indispensáveis para enfrentar novos desafios: Pessoas e Comunicação
passaram a fazer parte da mesma diretoria, com a missão de contribuir
ainda mais para a implementação e o sucesso das metas estabelecidas.
Um novo modelo de remuneração também foi implementado
com o objetivo de fortalecer a integração das diversas áreas
de negócios e de suporte, levando os colaboradores do Unibanco a trabalharem
constantemente com metas arrojadas.
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