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Os ativos do banco tiveram queda de 7,6% nos últimos 12 meses. Em 31 de dezembro de 2002, o Unibanco havia sido convidado para Dealer do Banco Central para repassar recursos no montante de R$ 8 bilhões, fato que não se repetiu em 31 de dezembro de 2003, impactando a conta de aplicações interfinanceiras de liquidez. Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos apresentaram queda, devido principalmente à variação cambial e aos vencimentos da carteira.
As operações de crédito atingiram o montante de R$ 27.917 milhões (incluindo garantias prestadas) ao final de 2003, com crescimento de 4,4% nos últimos 12 meses. Destaca-se o crescimento de 8,6% no ano do saldo das operações de crédito de pessoa física.
A carteira de crédito do Varejo, incluindo seguros, cresceu 11,4% em relação a dezembro de 2002. Esse resultado é explicado principalmente pelo aumento da carteira de crédito na rede de agências e pelo crescimento das operações de crédito nas empresas de consumo e no financiamento de veículos.
A carteira de crédito no segmento de Atacado, incluindo private banking, exibiu queda de 0,5% em 2003. As operações de crédito indexadas ao dólar aumentaram, passando de US$ 2 bilhões em dezembro de 2002 para US$ 2,1 bilhões em dezembro de 2003. Entretanto, em reais essa carteira apresentou queda de R$ 900 milhões, devido à valorização do real no período.
Ao final de dezembro de 2003, o saldo das provisões para perdas com créditos totalizava R$ 1.549 milhões, representando 5,5% da carteira. Estão provisionados:
R$ 583 milhões, segundo critérios da Resolução 2682, para parcelas vencidas;
R$ 743 milhões, referentes aos níveis de risco das operações, segundo parâmetros da Resolução 2682, relativos a contratos vincendos;
R$ 223 milhões, com base em percentuais mais prudentes do que o mínimo exigido pela regulamentação.
O saldo da carteira D-H em relação ao total da carteira apresentou melhora em comparação ao ano anterior, passando de 9% em dezembro de 2002 para 8,8% em dezembro de 2003. A melhoria da qualidade da carteira é evidenciada pelo índice que mede a transferência líquida para prejuízo em relação ao total de operações de crédito. Esse índice evoluiu de 5,2% em 2002 para 3,9% em 2003 .
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