Mensagem do Presidente
O Grupo Financeiro Unibanco
Comentário dos Resultados
O Unibanco
Sustentabilidade
Unibanco Holdings
Demonstrações Financeiras
Site de Relações com Investidores
 
 
  
   
     



A margem financeira após provisão, de R$ 5.053 milhões em 2003, apresentou crescimento de 30,9% em relação ao exercício anterior. O aumento foi impactado positivamente pela reestruturação do hedge cambial e pela queda de 20,8% nas provisões para perdas com crédito. A margem financeira líquida, ajustada pelo efeito líquido dos investimentos no exterior, foi de 9,4%, versus 9,2% em 2002.

Os investimentos no exterior totalizavam R$ 2,4 bilhões e R$ 3,6 bilhões ao final de dezembro de 2003 e de dezembro de 2002, respectivamente. No ano, os investimentos no exterior foram reduzidos via pagamento de dividendos, no montante total de US$ 468 milhões. A partir do 2T03, esses investimentos foram praticamente 100% hedgeados, reduzindo o efeito da variação cambial no ano.

Em 2003, a carteira de títulos do Unibanco atingiu R$ 15.070 milhões, dos quais 39% eram classificados como títulos para negociação, 23% como disponíveis para venda e 38% como mantidos até o vencimento. O impacto dos ajustes da marcação a mercado de instrumentos derivativos e títulos foi de R$ 190 milhões e R$ 101 milhões no resultado e no patrimônio líquido, respectivamente.


A receita total de prestação de serviços em 2003, no valor de R$ 2.838 milhões, teve um crescimento de 8,5% em relação a 2002. As receitas originadas com tarifas bancárias e as originadas com administração de recursos de terceiros apresentaram crescimento anual de 15,4% e 28,2%, respectivamente. No entanto, as receitas de serviços de cartão de crédito caíram 4,8% em 2003, devido à transferência da carteira de afiliados da Credicard, que ocorreu no final de 2002.

As despesas de pessoal e administrativas, no montante de R$ 4.578 milhões em 2003, apresentaram crescimento de 8,2% em relação ao período anterior, abaixo da inflação de 9,3% de 2003. Esse bom desempenho foi fruto de uma atenção contínua a ações de redução de custo, que contribuíram para absorver os reajustes de tarifas de telecomunicações, energia, locação, assim como o dissídio da categoria dos bancários e o aumento dos volumes derivado do programa de crescimento orgânico, o ContAtiva2.

A apreciação do real, de 22,3% em 2003, gerou uma despesa não-dedutível de variação cambial sobre os investimentos no exterior. Conseqüentemente, as despesas de provisão para imposto de renda e contribuição social aumentaram significativamente em 2003.