|  | O Banco de Varejo continuou a aprimorar em 2002 seu ciclo de crédito e cobrança, fator imprescindível dentro da perspectiva futura de crescimento do volume de empréstimos para a população brasileira.
Em 2002 foi criada uma estrutura operacional denominada Fábrica de Crédito e Cobrança, que deverá englobar todas as atividades operacionais do ciclo de crédito e cobrança para todo o negócio de Varejo (Banco de Varejo, Fininvest, InvestCred e LuizaCred). Isso permitirá um aproveitamento ainda mais eficiente das práticas de gestão de riscos em todo o portfolio, aumentando a sinergia operacional entre funções, reduzindo custos e provocando um crescimento de produtividade. A internalização dos serviços de cobrança na Fábrica já mostrou em 2002 evolução significativa dos volumes.
Houve também uma reestruturação das carteiras – principalmente na Fininvest e no InvestCred –, com a introdução de estruturas e políticas de gestão de riscos dentro do contexto da Fábrica de Crédito e Cobrança e a adaptação ao padrão do Unibanco. Em 2002, mesmo em um ambiente desfavorável, a qualidade da carteira de crédito apresentou pequena melhora. Com base nos critérios da Resolução 2682 do Banco Central, a concentração de créditos de maior qualidade nos níveis AA a C subiu de 83% para 84% do total da carteira de crédito.


A carteira non-accrual (operações de crédito vencidas há mais de 60 dias, que não geram juros) em relação à carteira total apresentou melhora em 2002 em comparação a 2001. Nas empresas Fininvest esse indicador passou de 18,6% para 14,5% e no Credibanco – Cartão Unibanco evoluiu de 15,6% para 9,8%.

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